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O QUE OS AGENTES EDUCATIVOS PRECISAM DE SABER SOBRE OS ACORDOS DE COMÉRCIO MUNDIAIS

O QUE OS AGENTES EDUCATIVOS PRECISAM DE SABER SOBRE OS ACORDOS DE COMÉRCIO MUNDIAIS

Introdução e conclusão do documento "O que os agentes educativos precisam de saber sobre os acordos de comércio mundiais" da Internacional da Educação.

Os agentes educativos não entendem em geral que a questão das “negociações comerciais” seja um tema em relação ao qual tenham que estar informados. As suas preocupações prendem-se, e bem, com outros domínios, designadamente quem está a aprender o quê, os desafios das novas políticas de responsabilização na área da educação, como gerir as inovações curriculares, ou a partilha de dados sobre o desempenho dos alunos. Termos como ‘comércio internacional de serviços educacionais’, ‘aprovisionamento transfronteiriço’, ‘tratamento nacional’, ‘status-quo’, ‘lista negativa’ e ‘ajustamento’ – para indicar apenas alguns que são usados na negociação de acordos comerciais internacionais e investimentos – e que são estranhos intrusos no mundo da educação. 

Porém, a educação é um setor agora incluído num conjunto de negociações e acordos comerciais e de investimento em curso ou recentemente concluídas e a aguardar ratificação. E não nos referimos apenas ao ensino superior, mas a todos os níveis, desde os primeiros anos de escolarização, ao ensino para adultos e ao superior, que estão também incluídos.  

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